quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Não se engane!

O céu estava azul, azul até demais, o sol brilhava como uma luz em meio a escuridão. Ela se sentou debaixo de uma árvore, ali começou ler seu livro, ao desligar-se de tudo ao seu redor não ouviu os passos vindo em sua direção, de repente levou um grande susto, um moço com um lindo sorriso, olhos azuis, cabelos cor de mel, vinha em sua direção. Sentou-se ao seu lado e começou a lhe fazer perguntas fora do normal. Perguntou se ela acreditava em anjos, seres celestiais? Ela ficou pensando por uns minutos.
Se eu falar que passo acreditar nesse instante, e que estou vendo um em minha frente o que você faria?
Ele olhou pra ela e disse: Falaria que posso não ser um anjo, mas sou aquele que vai te levar pra ver além daquelas nuvens lá em cima.
Ela abriu um sorriso, e beijo-o. Após aquilo não se lembrou mais de nada pensou que estivesse entrando em um lindo sonho, dali nunca mais acordou.
Mal sabia ela que aquela era morte usando sua máscara de menino bom!

sábado, 4 de dezembro de 2010

Desabafo

Hoje é o dia de falar o que eu sinto e esperar um abraço teu quando meus olhos se encherem de lágrimas e eu não ter a quem recorrer.
Será que você estará ali pra me falar algumas palavras de consolo e dizer que nada muda eu sendo do jeito que sou?
Eu sei que me afastei de você, não sorri mais como antes, não conversamos e nem trocamos palavras.
Mas eu te peço esteja ali quando eu mais precisar.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010


Desapego

Deixando tudo de lado, eu me entrego ao desapego, cansado de sofrer, por uma overdose que me fazia bem na medida certa, mas que depois me viciou e deixou cicatrizes, me fechei para escuridão, o que estava ao meu redor não percebia. Sempre antes de dormir meus pensamentos eram levados para longe, além do infinito. Tudo que tenho agora é a dor que sobrou. Mas pretendo esquecer-se de toda aquela farsa, das palavras ditas, os sorrisos sinceros? O Eu Te Amo? Pra mim era sincero até o ponto certo.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

I need you?

A saudade começa a apertar, o sentimento começa agir, as lembranças vem átona em um flash ligeiramente rápido, os olhos se enchem de lágrimas, aonde escorrem pelo rosto deixando-o molhado, sem uma pequena mão para secar, ouvindo a nossa melodia e nossas músicas traduzidas, meu pensamento se liga novamente em você. Pergunto-me mais uma vez se sou eu que to ficando neurôtico? Paro reflito e calo.
Pensando pra mim falo: deixa que o tempo arrume as coisas do seu jeito, o vento que te leva, é o mesmo que te traz, o sonho acaba, mas a nostalgia fica sempre ali me lembrando do que tento esquecer.
Como num filme que vi várias vezes, e sempre sei o que vai acontecer no final

domingo, 26 de setembro de 2010

Mais um pecador?

Seria tão pecaminoso se eu deixasse de fazer as coisas certas, e começar com um novo eu? Começar botar meu lado sem-vergonha, e fora da timidez em ação?
Largar pessoas de mão, e a mesma rotina monótona de sempre?
Começar a usar o sete pecados, com uma gula de fazer o que não fiz, invejando os outros por serem mais felizes que eu?
Perder o medo das coisas, mesmo sabendo das consequências ao final?

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Sorriso sincero, hora marcada

Esperando por aquele momento a tempos, esperando a menina do sorriso meigo aparecer na hora marcada, com o coração a mil batimentos por segundo, ela surge entre o tumulto do momento com o rosto impaciente a procura de alguém, logo que a vi percebi que seu olhos brilharam, correndo em minha direção, e eu ao seu encontro, não ligando pro mundo ao meu redor. Ela se jogou em meus braços, minhas pernas começaram a tremer, e eu a abracei tão forte que senti o seu corpo um instante como se fosse o meu, senti seu calor, e seu cheiro doce. Ficamos abraçados por vários minutos, até que eu lhe disse certas palavras ao pé do ouvido, ela deu uma risada abafada que me deixou feliz.
Logo chega a noite, a vejo naquele pequeno vestido rosado combinando com o tom da sua pele morena, a garota pequena abre mais um sorriso quando me vê, entrego meu humilde objeto a ela, pra ficar na memória, ela me deixa louco ao passar das horas, como se meu corpo fosse pegar fogo, me puxa pela mão, e me leva pro paraíso. ao tocar seus lábios, meu corpo entra em ebulição, meu sangue ferve, e eu começo a entrar em amnésia, e me vejo num sonho.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Só um sonho, ou uma intervenção?

A chuva batendo como balas de aço em alta velocidade na janela, trazendo meu conforto, alívio e paz. Fazendo-me lembrar de quanto fui feliz aquele dia que o céu começou a escurecer, o tempo se fechou, mas nada em mim mudou, não sentia medo, muito menos frio, porque sabia que aquilo me tranqüilizava deitado na cama sobre os lençóis macios e cheirosos, o meu peito repulsava o leve temor que brandia o vento forte lá fora. Adormeci com um leve cochilo, tudo ao meu redor mudou senti que não estava mais ali, naquele lugar aonde a chuva era forte, percebi que era um sonho, não um sonho qualquer, mas um sonho que me trazia mais calmaria ainda, logo percebei que havia alguém me observando, não sabia quem, mas era do bem! Fiquei ali sentado sobre uma pedra que era gelada com meus pés encostados na terra úmida, uma leve brisa soprava sobre meu rosto, ao ouvir um leve sussurro em meus ouvidos. e aquela voz me falava coisas que parecia me fazer flutuar , mas logo me desprendi daquilo como se tivesse levado um leve chock, acordei e ouvi o som do relâmpago forte. Sentado na cama pensei comigo: essa pessoa que me observava era só em sonho que ela existia, ou era mais uma imaginação fértil pra minha coleção, o sussurro em meus ouvidos, ficou o porquê daquilo. Só sei que desse sonho não queria nunca ter acordado, porque pra mim era algo mágico!

Bloqueado

Não sei o que escrever aqui! Meus pensamentos estão bloqueados, meus sossegos foram apagados, deletados, recusados, quem dera um dia ser tão banalizado ou infiltrado, maltratado, pisado, excluído dessa sociedade vaidosa, hipócrita, egoísta, monótona. Sei que eu me fiz assim agora eu deixei as coisas de lado, e vou deixar com o tempo, ele que faça sua regra, que implante sua meta, que crie meu caminho, e que seja do seu jeito. Só fico eu aqui pensando por quê?
O porquê, do por quê? Se não tive essas incógnitas, eu saberia o que estaria fazendo deixando de lado o passado sem preocupação, levando tudo com experiência, sem um peso na consciência. Levei tudo na controvérsia, deixei tudo o oposto do claro, mais pro lado obscuro, preocupado, indignado, alvoroçado, porque não consigo pensar no que fiz, no que disse no que fosse certo, sempre com um por quê? Tudo bloqueado, nada livre, muito menos humanitário, realizado e designado dos pensamentos que eu mesmo bloqueei de mim, alterei os fatos, sem ser notado.

Apenas palavras, nada real

Eu sabia como ia ser. Cada momento em que me acho naquela felicidade ela se evapora como álcool, deixando em mim mais uma emoção não correspondida, sei que podemos lutar contra eles; o que eles falaram sobre nós foram apenas palavras, mas você foi uma pessoa fraca que não soube lutar e nem ouvir seu órgão cardíaco pulsando por mil batidas por minuto, deixando seus pensamentos voarem junto ao vento frio que sobrava ao norte, me deixando aqui com mais uma magoa, pensando em cada palavra, cada sorriso sincero. Mas e agora como seria se nada disso tivesse acontecido? Ia ser a mesma coisa, e a confiança ia permanecer forte como no começo ou ia se deslizar com tempo? Sei que tudo acabou, mas ainda existe um pequeno fragmento de amor em minhas entranhas!